CICLONE BOMBA E A ARBORIZAÇÃO URBANA

No final do mês de junho de 2020 o estado de Santa Catarina, e todo o sul do país, foi atingido por um ciclone extratropical do tipo ciclone bomba, que provocou chuva e ventos fortes em toda região. Causou sérios prejuízos e danos materiais, além de provocar uma série de mortes. No dia seguinte, os jornais de todo a região noticiaram o evento e seus impactos, e foi possível notar uma presença intensa de relatos de acidentes e mortes associados à quedas de árvores.

Acontecimentos como este reforçam a importância do planejamento e da gestão da arborização urbana. Sabemos que eventos assim são inevitáveis, mas algumas medidas podem ser tomadas para minimizar seus danos. A principal ação é o cumprimento rigoroso do Plano Diretor de Arborização Urbana. Nele estão indicadas desde as espécies mais apropriadas para o espaço urbano até os processos de gestão dessas árvores, como sua poda e até mesmo sua remoção.

Quando há chuvas e ventanias aumenta significativamente o registro de diversas ocorrências envolvendo queda ou risco de queda de árvores. A gestão da floresta urbana e o acompanhamento da saúde das árvores da cidade podem diminuir esses números e auxiliar na qualidade dos espaços da cidade. A cidade de Balneário Camboriú instaurou seu Plano Diretor de Arborização Urbana em 2018 (veja a postagem aqui no blog).

Veja um exemplo de alta tecnologia para o monitoramento das árvores urbanas aqui.

Ciclone bomba trouxe ventania, chuvas e queda de árvores no sul do país. Foto: Notícias R7

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